Vontade de Vencer

Vontade de Vencer foi o nome que o grupo de formandos que neste momento frequenta o curso de empregados de mesa e bar no SAOM escolheu para se identificar.

Um nome que caracteriza bem o espírito que anima estes formandos, gente que não vira a cara à dureza da vida e encontrou na formação uma via segura para a mobilidade social quebrando com todo um histórico de pobreza e exclusão.

Mas também um nome que caracteriza bem o espírito que anima esta instituição no trabalho que desenvolve ininterruptamente, dia após dia, no combate à pobreza e à exclusão social.

Foi isso que eu e os meus colegas deputados eleitos pelo circulo eleitoral do Distrito do Porto pudemos observar numa instituição a lutar com múltiplas dificuldades, interpelando-nos na busca de respostas para a necessidade de recuperação de um edifício cujo projecto de obras apresentaram ao PARES mas não conseguiram ver aprovado porque o edifício não é seu mas da própria Segurança Social.

Enfim, mais um conjunto de preocupações a exigir o nosso empenho depois de mais uma das visitas que costumamos fazer às segundas-feiras.

Há tarde, numa visita em que contei com a companhia de alguns dos eleitos locais do PS/Gondomar, desloquei-me ao Centro Social e Cultural da Paróquia de Valbom, uma instituição com um trabalho meritório mas também a necessitar de alargar a sua capacidade de resposta à população idosa e de requalificar o seu espaço edificado para uma melhoria do serviço prestado à comunidade.

Para aqueles que diariamente dão o melhor de si ao serviço daqueles que mais precisam, fica aqui uma palavra de apreço e de estímulo que sabem ser solidário.

Um comentário a “Vontade de Vencer”

  1. José Simões Diz:

    Sobre a referência à visita feita ao Centro Social da Paróquia de Valbom, devo dizer que embora preste à comunidade local (principalmente idosos) serviços e apoios sociais que o estado engeita,
    convém lembrar que, e face à grande comparticipação que o estado tem com os seus custos de funcionamento, sou da opinião que na sua gestão deveria deveria estar representado, no mínimo, por um elemento, e não ser da exclusiva autoridade eclasiástica (entenda-se pároco da freguesia; só desta maneira se poderá ter confiança àcerca de uma boa gestão dos fundos públicos; a falta de transparência não deveria ser coisa irrelevante; é um facto!
    Saudações.
    Simões

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