Ai Timor!
11 de Fevereiro de 2008A manhã começa com o sobressalto das notÃcias.
Do outro lado do mundo, a mais jovem nação volta a estar mergulhada em tragédia e incerteza.
Temo por mais este contratempo no processo de construção de um Estado de direito democrático que todos quisemos ver nascer e crescer e que só foi possÃvel à custa de resistência e muito sofrimento.
Há coisas que não podem deixar de ter um sentido. A resistência deste povo à ocupação indonésia (independentemente de se poder discutir se teve ou não um verdadeiro sentido polÃtico) e o sofrimento que lhe esteve sempre associado, não pode ter sido por acaso.
Agora espera-se de todos, mas principalmente de Portugal, pelas relações históricas e de afecto que nos ligam, mais um esforço solidário para que liberdade e democracia sejam palavras cada vez mais fortes e com mais sentido em Timor.